MADRID 30 mar. (EUROPA PRESS) -
O governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, revogou as permissões e isenções concedidas a várias empresas petrolíferas, incluindo a espanhola Repsol, para exportar petróleo bruto da Venezuela, de acordo com fontes citadas pelo The Wall Street Journal e pela agência de notícias Bloomberg.
A medida inclui a empresa petrolífera norte-americana Global Oil Terminals, de propriedade do bilionário e doador do Partido Republicano Harry Sargeant III, a francesa Maurel et Prom e a já mencionada Repsol, de acordo com três pessoas familiarizadas com o assunto citadas pela Bloomberg. Essas empresas devem encerrar suas operações na Venezuela até 27 de maio, disseram as fontes.
A decisão de Washington também afeta as licenças emitidas para as empresas de gás venezuelanas que têm uma relação comercial com a empresa petrolífera estatal venezuelana PDVSA.
Essas autorizações foram emitidas pelo Departamento do Tesouro dos EUA na forma de licenças, isenções ou cartas de conformidade para permitir que elas operem na Venezuela e exportem o petróleo da PDVSA sem serem afetadas pelas sanções impostas por Washington.
Quanto à Global Oil Terminals, sediada nos EUA, ela também deve encerrar todas as transações com a PDVSA até 2 de abril, pagando todos os valores pendentes pela compra de petróleo de asfalto.
O Wall Street Journal também informou na sexta-feira que a empresa petrolífera de Sargeant havia recebido ordens para deixar a Venezuela, citando como fonte uma carta enviada pelo Departamento do Tesouro à empresa.
A Global Oil Terminals recebeu uma isenção de dois anos em maio para comprar e transportar asfalto para os Estados Unidos e países do Caribe.
Anteriormente, Trump havia dado à empresa petrolífera Chevron um prazo até 27 de maio para encerrar suas relações com a Venezuela, em uma medida destinada a pressionar o governo venezuelano do presidente Nicolás Maduro.
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