Três altos funcionários dos EUA demitidos do Conselho de Segurança Nacional
MADRID, 3 abr. (EUROPA PRESS) -
O escritório do inspetor geral do Pentágono anunciou que investigará o secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, por seu uso do site de rede social Signal, depois que um grupo de altos funcionários discutiu os bombardeios no Iêmen em uma sala de bate-papo do Signal sem perceber que um jornalista havia sido incluído por engano na conversa.
"O objetivo desta análise é determinar até que ponto o secretário de defesa e outros funcionários do departamento cumpriram as políticas e os procedimentos para o uso de um aplicativo comercial de mensagens para fins oficiais", diz um memorando assinado pelo inspetor geral Steven Stebbins e enviado a Hegseth.
O escritório também investigará os requisitos de classificação e de manutenção de registros. Isso ocorre depois que o Comitê de Serviços Armados do Senado solicitou investigações sobre o uso do Signal pelo departamento.
O editor do The Atlantic, Jeffrey Goldberg, que foi erroneamente incluído no chat do Signal, divulgou o conteúdo completo das conversas em 26 de março, que incluía detalhes dos bombardeios em solo iemenita.
A controvérsia também exigiu a saída de pelo menos três funcionários do Conselho de Segurança Nacional, incluindo o diretor de inteligência Brian Walsh, o diretor sênior de assuntos legislativos Thomas Broody e o diretor sênior que supervisiona a tecnologia e a segurança nacional David Feith.
De acordo com fontes da CNN, as demissões ocorreram após uma reunião entre o presidente dos EUA, Donald Trump, e a influenciadora de ultradireita Laura Loomer - conhecida por divulgar teorias da conspiração - que teria pedido a saída de vários funcionários após o escândalo do chat.
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